O erro como ferramenta de mudança

Fechando a série de publicação dos três textos selecionados entre meus alunos do 3º período do CST em Recursos Humanos da FAPI (Faculdade de Pinhais), segue o que foi produzido pelo aluno Myke Martins. Vale a pena conferir.

Em alguns casos, em nossa vida, fomos educados e crescemos com um conceito precipitado sobre o erro. Aprendemos que é algo que devemos temer, pois pode fazer com que percamos muitas coisas. Porém, quando vamos nos desenvolvendo e amadurecendo muitas coisas que aprendemos começam a não fazer mais tanto sentido quanto faziam quando éramos pequenos. O errar é uma dessas coisas. Existe uma frase muito conhecida que diz: “errar é humano”. Porém. muitas vezes nos esquecemos e tratamos o erro como algo inadmissível, abominável ou até mesmo como se fossêmos seres diferentes, não humanos, como se isso não se aplicasse a nós.

Vemos durante a história da raça humana que todos os avanços, sejam eles tecnológicos ou sociais, tiveram seu início com falhas, e não só uma, mas várias e de várias pessoas diferentes. Entretanto, em nenhum momento vemos o desânimo ou reincidência dos mesmos erros, visto que sempre é possível tirar pontos positivos, por mais que as coisas não ocorram da forma que queremos ou planejamos. Com isso, nós desenhamos três tipos de pessoas, aquelas que têm medo de errar e por isso tornam-se pessoas inseguras ou acomodadas, temos as pessoas que não aprendem com seus erros e com isso tornam-se tolas e imprudentes, e tem aquelas que erram e tiram aprendizados de suas falhas, gerando experiências para uma nova tentativa.

Com isso podemos refletir que o erro em si é algo que pode ser muito nocivo se não vier acompanhado de uma aprendizagem, mas isso só acontece se tivermos autoconhecimento e principalmente humildade para reconhecer onde precisamos melhorar ou, ainda, rever nossos conhecimentos, habilidades e atitudes.

Compartilhar:

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *