Arquivo mensais:dezembro 2015

“Era uma vez…”

GERACAO

Assim começam muitas estórias que embalaram nossos sonhos infantis. Elas não apenas nos divertiam, ou distraíam, mas também nos ensinavam. Muitas destas fábulas que nos encantaram foram criadas por pessoas que desconhecemos. Elas surgiram a partir de experiências do cotidiano e passaram a transmitir valores, conceitos, regras de conduta, fortalecendo culturas e estabelecendo paradigmas. Uma destas fábulas que se tornaram famosas e continuam, até hoje, encantando gerações é a dos Três Porquinhos. Apenas como nota, vale comentar que ela foi difundida a partir do século XVIII por Joseph Jacobs, porém sua origem remonta a tempos muito mais antigos.

E por falar em gerações, que tal fazermos uma analogia da fábula dos Três porquinhos com o mundo corporativo? Veja se você aprova.

“Era uma vez três gerações que trabalhavam em uma mesma empresa. Todas elas precisavam sobreviver, necessitavam obter êxito em suas atividades e construir algo significativo. A mais velha chamava-se Baby Boomer. Nascida após a II Guerra Mundial, fazia o máximo possível para se manter empregada; preferia a estabilidade. Gostava mais de ser reconhecida e valorizada por sua experiência do que pelo espírito inovador. Seus contemporâneos eram chamados de grupo do “paz e amor” e tinham como característica aversão aos conflitos armados. Preferiam a música, as artes, e todas as outras formas de cultura como instrumentos para a evolução humana do que as guerras. Devido a sua experiência, Baby Boomer, ocupava um cargo de direção na empresa. Por causa de seu perfil fortemente conservador, ela tinha dificuldade de relacionamento com suas colegas.

A geração intermediária chamava-se X e era classificada como imigrante digital. Nascida em meados dos anos 1970 seu grande desafio era adaptar-se às novas tecnologias. Desde o início se mostrou resistente a acreditar que máquinas poderiam substituir a mão-de-obra humana, sobretudo nas atividades operacionais. X era muito insegura; tinha medo de perder o emprego. Pressionada pelos novos tempos organizacionais precisou voltar aos bancos escolares. Se viu diante da necessidade de adquirir novas competências. Se não fizesse isto perderia espaço na empresa e não conseguiria construir uma carreira mais sólida.

A geração, mais recentemente contratada chamava-se Y. Y sempre foi inquieta, agitada, gostava de fazer várias coisas ao mesmo tempo. Nascida no início dos anos 1990, dominava as novas tecnologias com muita facilidade. Seu perfil dinâmico e em constante movimento, faziam com que Baby Boomer e X se sentissem incomodadas ao vê-la ouvir música, navegar na internet e ler aos e.mails, tudo, ao mesmo tempo. Y nunca escondeu que não pretendia ficar mais do que quatro ou cinco anos na empresa. Ela preferia inovações constantes, não tinha medo de correr riscos e sabia que tinha potencial para muito mais. Y sempre detestou a rotina.

Certo dia, o “lobo mau” dos tempos de crise bateu à porta das três gerações. A primeira a ser atacada foi Baby Bommer, que depois de quase trinta anos de empresa foi demitida. Desolada, sem saber muito bem o que fazer, saiu correndo pelo mercado de trabalho tentando conseguir uma recolocação. Inútil. Baby Boomer estava velha demais para as pretensões das empresas modernas. Sem alternativa, decidiu aposentar-se e passou a oferecer serviços de consultoria, usando como argumento sua larga experiência empresarial.

A segunda a ser vítima do “lobo mau” dos tempos de crise foi X. X se sentiu traída. Em sua auto avaliação considerava-se imprescindível. Afinal, tinha experiência, maturidade e juventude para realizar mais. No entanto, “lobo mau” foi implacável. Depois de quinze anos trabalhando na mesma empresa não sabia o que fazer. Enviou alguns currículos e até contratou a uma agência de head hunters, porém sem sucesso. Decidiu, então, usar o dinheiro que recebera do acerto para abrir um negócio próprio. Iria tentar a vida como empresária.

A terceira, geração Y, não se sentiu nem traída, nem preterida; na verdade, após quatro anos na mesma empresa, achava que estava em tempo de alçar novos voos profissionais. Quando “lobo mau” a comunicou de sua demissão ficou tão satisfeita que chegou a agradecer a ele por tê-la dispensado. Inclusive, confessou às colegas que se sentia aliviada. Depois de quatro anos achava a empresa muito devagar em seu processo inovador. Y tinha sonhos, juventude e novos tempos para viver. Enquanto suas colegas correram para o mercado de trabalho tentando salvar o que restou de suas carreiras, Y correu para a garagem de sua casa. Lá abriu uma startup e hoje ganha muito dinheiro com entretenimento na internet. ”

Paulo Roberto de Araujo. Especialista em Gestão Estratégica de Pessoas.

Para saber mais acesse: www.abibliaeagestaodepessoas.com.br

Teste sua Resiliência

 

resilienteVocê se considera uma pessoa resiliente? Você consegue transformar as adversidades da vida em aprendizagem e não em mágoas ou ressentimentos? Que tal fazer um teste para avaliar seu nível de resiliência?

Faça o teste

Resiliência é um conceito emprestado da física que significa a capacidade do indivíduo em lidar com situações adversas, superar pressões, obstáculos e problemas, e reagir positivamente a eles sem entrar em conflito psicológico ou emocional. Resiliência é uma das características das pessoas altamente adaptáveis, capazes de enfrentarem e superarem crises, obstáculos e adversidades com serenidade em situações de estresse. Conheça seu grau de resiliência preenchendo o questionário a seguir. Para que o resultado seja fidedigno use da máxima sinceridade, e para cada afirmação atribua nota de 1 a 5 conforme abaixo.

5 – Sempre

4 – Na maioria das vezes

3 – Medianamente

2 – Poucas vezes

1 – Nunca

1 – Eu consigo transformar situações adversas em algo positivo, e descobrir benefícios em experiências negativas________

2 – Quando acontece uma crise eu surjo com várias soluções, em vez de ficar sem saber o que fazer _______

3 – Eu tenho facilidade em resolver problemas. Conforme o caso, consigo ser criativo, ou lógico, ou então uso simplesmente o bom senso _____

4 – Quando algo de realmente ruim acontece comigo considero natural, ocasionalmente, dar uma boa risada disso_______

5 – Sou sempre o mesmo, mas percebo que em circunstâncias diferentes eu me comporto de forma diferente para me adaptar às várias situações_______

6 – Quando enfrento uma situação caótica ou de conflito, imediatamente procuro me acalmar, e me concentro em adotar ações práticas e úteis______

7 – Costumo encarar o futuro sem ansiedade ou preocupação______

8 – Quando fico preso no trânsito e sei que vou me atrasar para um compromisso, em vez de ficar agitado ou estressado, eu me mantenho calmo______

9 – Quando tenho perdas ou reveses, meus sentimentos de raiva, prejuízo ou frustração não duram muito tempo. Consigo recuperar-me bem dos reveses______

10 – Lido bem com situações ambíguas e incertas______

11 – Sou curioso. Faço perguntas. Gosto de tentar novas formas de fazer as coisas______

12 – Depois de passada a crise, costumo perguntar o que aprendi de novo com ela ______
13 – Todas as vezes que enfrento experiências difíceis e complicadas eu saio delas fortalecido e melhorado _______

14 – Eu me adapto rapidamente às novas circunstâncias e acontecimentos. Tenho facilidade de reposicionar-me diante das dificuldades______

15 – Sou habitualmente otimista. Considero as dificuldades e adversidades como algo temporário e confio que vou superá-las_______

16 – Sou flexível e sei enfrentar muito bem tempos difíceis______

17 – Quando algo de ruim acontece comigo, prefiro manter-me em contato com as pessoas, em vez de me encolher e ficar ruminando meus pensamentos_______

18 – Eu me adapto facilmente às pessoas com personalidades diferentes da minha_______

19 – Sou autoconfiante e tenho um conceito saudável de mim mesmo______

20 – Rejeito a ideia de que sou vítima das circunstâncias ou que são elas que controlam a minha vida_______

TOTAL DE PONTOS_______

SUA AVALIAÇÃO

De 80 a 100 pontos. Seu nível de resiliência é ótimo. Você tem adaptabilidade e flexibilidade, sabe como lidar com situações antagônicas e se recuperar de crises e ocasiões adversas.

De 65 a 79 pontos. Você tem boa resiliência e boa capacidade de enfrentar crises mas, às vezes, tem dificuldade de confrontar determinadas situações antagônicas ou que sejam novas.

De 50 a 64 pontos. Você consegue administrar parcialmente algumas circunstâncias adversas, mas em outros momentos, falta-lhe a habilidade de adaptação e flexibilidade perante situações inesperadas.

De 40 a 49 pontos. Você tem muita dificuldade de enfrentar conjunturas anormais ou de crises emergentes. Acrescente mais flexibilidade à sua vida e esteja mais aberto a lidar com os problemas de maneira diferente e mais salutar no futuro.

Abaixo de 40 pontos. Seu nível de resiliência é baixo, o que pode fazer você sentir-se vítima das circunstâncias. Você realmente precisa trabalhar sua maneira de enfrentar e lidar com crises e adversidades.

Texto extraído e condensado do livro “35 Testes para Avaliar suas Habilidades Profissionais”, de Ernesto Artur Berg.

Faculdade Batista do Paraná

Preleção na Capela da FABAPAR

Preleção na Capela da FABAPAR

Nos dias 28 e 29 de novembro, o pastor Paulo Roberto de Araujo esteve ministrando palestras na FABAPAR–Faculdade Batista do Paraná, a convite da coordenação dos cursos de EAD. O tema das palestras foi o Líder Coach, com enfoque na pessoa do pastor, o qual devido à sua atuação se constitui num orientador, tanto na vida pessoal quanto na vida ministerial de seus membros.

No sábado, dia 28, à noite o pastor Paulo foi o preletor oficial do evento na capela da FABAPAR. A mensagem transmitida teve como título e tema A Presença de Deus. Baseado no texto de Êxodo 33.1-16, o pregador destacou a importância da presença de Deus na vida de Seu povo, sendo isto, que de fato, o distingui das demais pessoas.