Arquivo mensais:outubro 2015

Noite do Escritores

Nesta quinta-feira dia 29 de outubro, por inciativa da Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer do município de Pinhais, foi realizado no grande auditório da FAPI – Faculdade de Pinhais, evento que prestigiou escritores que moram e ou trabalham no município. Vinte escritores, de diferentes gêneros literários, foram homenageados e puderam expor suas obras para que os convidados pudessem adquirir os livros autografados por seus respectivos autores.

O professor Paulo Roberto de Araujo, docente da Faculdade de Pinhais, se fez presente com seu livro, A Bíblia e a Gestão de Pessoas. Seu currículo e sua obra foram apresentados pelas mestras de cerimônia do evento. Entre os presentes estavam autoridades políticas do município, uma representante da Academia Paranaense de Letras e convidados. A diretor geral da FAPI, professor Salette Azevedo recepcionou os presentes em nome da instituição.

Ao centro escritor Sérgio. à dir. Jason (gerente da Livraria Evangélica de Curitiba

Ao centro escritor Sérgio. à dir. Jason (gerente da Livraria Evangélica de Curitiba

No hall do auditório

No hall do auditório

Se não tiver coisa melhor para falar, então fique de boca fechada.

boca fechada

Existem algumas frases soltas pelos ares do ambiente de trabalho que deveriam ser presas. Há pessoas que falam sem pensar, que não refletem sobre os que estão dizendo e outras que, na realidade, não têm noção do que estão falando. Muitos são meros repetidores do que ouviram alguém falar, algum dia em algum lugar. São empregados que quando falam as tolices que falam, se tornam candidatos ao desemprego. Vamos trazer à tona algumas destas frases infelizes.

“Não vou fazer o que estão me pedindo porque não sou pago para isto. ”

Salvo alguma falha por parte de gestores que podem estar querendo explorar a mão-de-obra contratada, esta expressão indica o desinteresse do funcionário pela organização que o remunera. Certamente, quem pensa assim, acredita que tudo na vida é medido em termos pecuniários. O empregado que faz desta frase um lema em sua vida é porque ainda não se profissionalizou. É um eterno estagiário no emprego e na vida. Assumir diversas funções na empresa é uma oportunidade de desenvolvimento profissional. Dê o melhor de si e a recompensa pelo esforço virá.

“Se eu sair de férias este setor para”

Há pessoas que não constroem mares pensando na diversidade, mas constroem aquários pensando na exclusividade. As empresas estão povoadas de empregados que possuem esta mentalidade. São excessivamente autoconfiantes, têm uma autoestima exacerbada, enxergam a empresa como uma refém de suas competências e expertises. Estes tipos de empregados se percebem como insubstituíveis. Se imaginam tão indispensáveis que se a empresa abrir mão deles terá um enorme prejuízo.

“Se você quiser que uma coisa seja bem feita faça você mesmo. ”

            Esta é uma das frases preferidas dos que não sabem delegar. São os que sofrem de perfeccionismo profissional. Ninguém, mas ninguém mesmo, consegue fazer algo tão bem quanto ele. Pessoas que possuem esta característica em seu perfil, acreditam que suas ideias são sempre as melhores, as tarefas que realizam não poderiam ser melhor executadas por outros – com tanta qualidade. Estes indivíduos se consideram mestres de todos e aprendizes de si mesmos.

“Se fulano de tal não estiver aqui o serviço não anda. ”

Este é o sonho de consumo dos chefes centralizadores. Tudo depende dele, gira em torno dele, anda no ritmo dele. Ele é incapaz de dividir tarefas, treinar sua equipe conferindo a ela a competência da autogestão; faz questão de ser consultado para tudo, isto porque, autonomia é um privilégio dele. Funcionários que se comportam desta maneira travam o sistema, não criam condições para agilidade nos processos, não desenvolvem pessoas. Gente assim não trabalha para a organização, mas trabalha para seu ego.

“Você não é pago para pensar, é pago para fazer”

Nada mais primitivo do que isto! Alguns chefes estão fisicamente no século XXI, mas mentalmente no início do XX. Eles ainda não se deram conta de que hoje em dia grande parte das pessoas é escolarizada. Muitos funcionários voltaram a estudar, fazem cursos superiores, cursos técnicos e, devido a exigência do mercado, estão sempre se especializando. Portanto, diferentemente do que acontecia a trinta ou quarenta anos atrás, as pessoas sabem pensar, têm ideias próprias, se desenvolveram, estão melhor informadas. O potencial de um bom empregado não é medido pelo tanto que de coisas que faz, mas pelo quanto ele é capaz de entender o que significa aquilo que faz.

Paulo Roberto de Araujo. Especialista em Gestão Estratégica de Pessoas.     

Colaborador C.H.A.V.E.

“Quem tem competência se estabelece”; esta é uma frase bastante utilizada quando se quer definir ou explicar o sucesso profissional de uma pessoa. De fato, ser competente é indispensável para alguém que pretende construir uma carreira estável e bem remunerada. Porém, as competências são muitas e diversas e estão associadas a fatores internos e externos ao indivíduo. As características de personalidade, por exemplo, bem como as motivações que as acompanham, como também os aspectos ligados ao contexto social, entre outros, influenciam a construção das múltiplas competências.

Algumas delas são mais desejadas pelas empresas, pois impactam de forma direta os resultados almejados. Sem dúvida, as que dizem respeito ao preparo técnico do colaborador encabeçam a lista de prioridades. No entanto, há um tipo de competência que tem sido objeto de atenção especial por parte dos empregadores: a competência comportamental. Muita gente competente tecnicamente está perdendo o emprego por ser incompetente como pessoa.

Mas, como se define competência? Nos bancos acadêmicos aprende-se que uma competência é constituída por três aspectos relevantes: conhecimento, habilidade e atitude; as letras iniciais destas palavras formam o C.H.A., palavra que está associada a outro elemento conhecido e por isso ajuda a lembrar estes aspectos. Para que um colaborador seja avaliado como competente, é imprescindível que possua amplo conhecimento da atividade que realiza (é o saber teórico). Que possua, também, as habilidades necessárias para a execução eficiente do trabalho (é o saber fazer) e que acrescente às primeiras a atitude (a decisão de fazer), sem a qual não é possível obter a eficácia, ou seja, o resultado desejado.

Contudo, o C.H.A não é suficiente para atender o que de fato se espera de um colaborador ideal, em termos comportamentais. Vejamos: um traficante que atua nos morros do Rio de Janeiro, por exemplo, é um sujeito competente quando levamos em conta os três aspectos citados acima. Ele possui grande conhecimento de sua atividade; possui, também, muita habilidade no que faz e, sem dúvida, tem atitude no que diz respeito a expandir “seus negócios”. E se considerarmos o escândalo da Petrobrás? Os atores envolvidos se mostraram muito competentes em suas ações ilícitas. Provaram ter grande conhecimento dos esquemas de propinas; demonstraram ter habilidade na manipulação dos meios necessários para obter vantagens e, certamente, atitude não faltou a eles, já que mostraram uma disposição desmedida a fim de se manterem beneficiados pelas falcatruas que armaram.

O que, então, diferencia o colaborador competente dos demais? O tipo de atividade? Sim, sem dúvida. Porém, quero acrescentar mais duas letras ao C.H.A. e transformá-lo em C.H.A.V.E, ou seja Conhecimento, Habilidade, Atitude e Valores Éticos. Para ser considerado competente em termos comportamentais, o profissional precisa se pautar por um conjunto de valores essenciais, como por exemplo: habilidades sociais desenvolvidas, equilíbrio emocional, respeito às diferenças individuais, senso de justiça apurado, entender o trabalho como uma atividade produtiva necessária ao desenvolvimento do país; capaz de honrar os compromissos que assume, humildade, compaixão, espiritualidade sadia e equilibrada, pensar coletivamente, respeito à hierarquia, cumprir as leis, valorizar mais o humano do que o material, temer a Deus e amar ao próximo. Você, caro leitor, pode acrescentar outras que julgar importantes.

O colaborador C.H.A.V.E. pode ser preparado desde que nasce, isto se tiver “berço”. Se o núcleo familiar estiver suficientemente estruturado poderá criar condições favoráveis para o desenvolvimento de ótimas pessoas. Com isto todos ganham: a família que pode se orgulhar da pessoa que gerou; a escola que poderá se preocupar mais com a formação educacional do que com a moral; a empresa que terá mais e melhores opções em termos de seleção de pessoal; a sociedade que não precisará formular tantas leis para se dizer o que pode e o que não pode fazer e o próprio indivíduo que não terá jamais que se arrepender por fazer o que é certo.

Paulo Roberto de Araujo – Especialista em Gestão Estratégica de Pessoas.

OS SETE PASSOS DE UM LÍDER ESTRATÉGICO

John Maxwell, um dos maiores especialistas mundiais em treinamento e formação de líderes, diz: “Não dá para pedir a uma pessoa que se desenvolva em áreas para as quais não possui talento natural.”
Se você se percebe como um líder e as pessoas que te conhecem percebem a mesma coisa, então OS SETE PASSOS DE UM LÍDER ESTRATÉGICO é um curso que fará diferença em seu desenvolvimento pessoal e profissional.  Além de abordar as competências já conhecidas da liderança, este seminário discutirá o impacto da espiritualidade para êxito do líder.

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Substituível, porém indispensável!

Substituível, porém indispensável

No mundo corporativo quando se quer enfatizar que o êxito da organização não depende direta e exclusivamente de determinadas pessoas, diz-se que: “ Ninguém é insubstituível”. Porém, esta máxima vem sido contestada com argumentos bastante consistentes. Há pelo menos dois ângulos, sob os quais se pode analisar esta expressão. O primeiro deles tem como foco o ser humano, ou seja, a pessoa. Toda e qualquer pessoa, enquanto ser único em sua existência e significado é, sem dúvida, insubstituível. Pergunte a um pai ou a uma mãe que sepultou um filho se o nascimento de outro substitui aquele que morreu. Sob esta ótica, de fato, todo ser humano é insubstituível.

O segundo ângulo por intermédio do qual se pode analisar a expressão acima é o que diz respeito às atividades laborais do indivíduo. As ações de uma pessoa, enquanto prestador de serviços em uma organização, é considerada a partir de suas competências, do seu envolvimento nos processos organizacionais, no desempenho de sua mão-de-obra, a qual, inclusive, poder avaliada através de formulários próprios. Neste caso, toda e qualquer pessoa é substituível. Se o funcionário se demitir, ou for dispensado pelo empregador, ou transferido, remanejado e etc., terá que ser substituído por outro cujas competências, no mínimo, deverão ser iguais a do outro que está sendo substituído. Sob esta ótica, de fato, ninguém é insubstituível.

Um funcionário até pode ser substituível, mas se for bom no que faz pode se tornar indispensável. O colaborador indispensável é aquele cujo nome dificilmente consta da lista dos que serão demitidos; quando isto acontece é sempre o último da fila. Seu comprometimento com a organização, suas habilidades técnicas e as expertises que criou em torno das atividades que desenvolveu; sua reconhecida capacidade de conviver e trabalhar em equipe, sua eficiência, eficácia e efetividade no trabalho, seus valores pessoais e outros atributos desejáveis o tornam imprescindível à organização.

Nenhum empregador de bom senso, que conhece profundamente sua equipe e que é capaz de reconhecer os genuínos talentos de seu capital humano, irá prescindir de um ótimo funcionário. Ainda que o salário dele tenha chegado à condição de estar acima da média de mercado não será dispensado. Achar bons colaboradores nos dias atuais é um feito digno de premiação. Substituir mão-de-obra habilidosa, pessoas de moral elevada, confiáveis, ensináveis e ambiciosas, ou seja, que têm um objetivo na vida, é uma tarefa quase que impossível.

Minha sugestão: Melhore seu sistema de recrutamento e seleção. Pessoas boas não são achadas em qualquer lugar. Não dê tiro para todo lado; quem faz isto corre o risco de gastar munição boa em caça ruim. Antes de tentar encontrar alguém que é bom naquilo faz, procure encontrar alguém que é bom, independentemente daquilo que faz.

Paulo Roberto de Araujo – Especialista em Gestão Estratégica de Pessoas.

Contato: abibliagp@gmail.com